#ACONTECEUEMSP – 32ª Bienal de São Paulo: Incerteza Viva

O tema da 32ª edição da Bienal de São Paulo de 2016, que acontece de dois em dois anos na cidade, é Incerteza Viva. Muitas pessoas dizem não entender a arte ou a acham “chata”, mas, como disse Edgar Ramos em um texto que li: “Entender de arte é entender as emoções humanas”, ou seja, se você não entende a arte consequentemente não entende suas próprias emoções.

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FILME: UM NAMORADO PARA MINHA MULHER

Esse post é em memória de Domingos Montagner. Descanse em paz.

Para os fãs de filmes brasileiros, trago para vocês uma resenha/indicação do filme Um namorado para minha mulher de Júlia Rezende. Eu, particularmente, adoro as atuações da Ingrid Guimarães e esse foi um dos motivos que me levaram a ir ao cinema plena quarta-feira, o segundo motivo foi um cupom de desconto que ganhei da Cacau Show.

“Chico (Caco Ciocler) está cansado do seu relacionamento e das reclamações da esposa, Nena (Ingrid Guimarães). Após 15 anos vivendo juntos, Chico não tem coragem de pedir divórcio. Ele decide seguir o conselho dos amigos e contrata um amante para sua esposa, o sedutor Corvo (Domingos Montagner), na esperança de que ela se envolva com ele e acabe com o casamento.”

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RESENHA: Sonata em punk rock

A nova protagonista de Babi Dewet é Valentina ou Tim, como prefere ser chamada. Com punk rock na veia, é aceita na Academia Margareth Vilela: uma escola de música clássica. Mas, o que uma garota com um estilo totalmente contrário faria naquele lugar? Sendo que não tinha dinheiro e nem uma reputação como os outros estudantes, exceto pelo seu sobrenome: Gontcharov.

Narrado em terceira pessoa, o primeiro livro da trilogia Cidade da música conta a história de Tim. Uma garota inteligente, rebelde e totalmente punk rock que é aceita em uma das melhores academias de música do país. Para realizar seu sonho de ser uma grande artista, Tim muda-se para a tal Cidade da Música e entra em um mundo totalmente novo.

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Em boa parte da obra, Valentina sente-se deslocada dos demais alunos. Todos pareciam ter nascido com um violino dentro de casa, já a garota não tinha sequer visto um instrumento desse pessoalmente, exceto sua velha guitarra.

Kim é o melhor pianista da academia e filho da diretora. Não vai muito com a cara de qualquer pessoa e a segunda vista, não foi com a cara de Valentina, justamente pelo seu estilo ser diferente das outras pessoas.

A história é bem simples e gostosa de ler. Basicamente, é uma garota correndo atrás de seus sonhos, de mostrar que pode ser melhor do que muitos pensam e faz de tudo para conseguir. Ela não se importa em ser diferente, gosta disso.

Cada capítulo é o nome de uma música, então, coloque os fones de ouvidos antes de iniciar a leitura. Além das diversas referências que a autora espalha pelo livro. Juro que depois de ler, sou capaz de reconhecer muitas músicas clássicas e estou com uma louca vontade de aprender a tocar piano.

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A finalização do livro é exatamente como eu esperava, até comentei com a Babi sobre isso e ela concordou comigo, infelizmente, se eu contar aqui perderá toda a graça. Uma coisa eu garanto: o final não decepciona e dá muita esperança.

Nome: Sonata em punk rock
Autora: Babi Dewet
Editora: Gutenberg
Nº de páginas: 300
Ano de edição: 2016

COMPRAS E TROCAS: Bienal do livro em SP

É preciso muita calma e pesquisa para selecionar os livros que você realmente quer adquirir na Bienal do livro. Eu selecionei alguns títulos e os valores que eu encontrava em livrarias físicas e digitais, mas quando cheguei na Bienal os títulos mudaram bastante. Posso dizer que esse ano apenas um livro dos que comprei era desconhecido e só adquiri pelo preço.

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Lançamento da Pam Gonçalves, que a propósito, já devorei e em breve trago uma resenha para o blog.
Preço: R$ 25,00

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O novo livro da Babi Dewet que também foi lançado na bienal. O livro mais caro que comprei na edição desse ano e o próximo post do blog será uma resenha sobre ele.
Preço: R$34,90

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Esses dois livros na verdade eu não comprei. Passeando pela bienal eu notei um sebo com preços maravilhosos e uma plaquinha avisava: trocamos/compramos livros usados. Conversei com o superior do estande e no dia seguinte levei quatro livros que não gostei muito, dois eu tinha comprado na bienal de 2014, um foi um presente (sorry) e o outro comprei na promoção. Meu crédito no estande foi de R$30,00. Achei um absurdo por que eu tinha levado quatro livros intactos, mas tudo bem. Escolhi esses dois livros que já estava querendo a um tempo.
Preço: R$15,00 cada

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Nesse mesmo sebo comprei Queimada e Despertada da saga House of Night, já Indomada e Caçada comprei em outro estande que não me lembro o nome.
Preço: R$10,00 cada.

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Eu já li toda trilogia de Sábado á noite, mas só tinha os dois últimos livros, aproveitei que o estande da Évora estava em promoção e adquiri o primeiro livro.
Preço: R$20,00

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Comprei esse livro apenas pelo preço mesmo, nunca ouvi falar a respeito, mas adorei a sinopse! Espero que seja bom.
Preço: R$5,00

Eu comprei a continuação da saga Peça-me o que quiser para a minha mãe, paguei R$29,90 nele sendo que estava R$50,00 nos demais estandes e R$40,00 na internet.

No total, gastei R$154,80. Calculando agora achei um absurdo ter gastado tudo isso em livros, mas pensando bem, sai em vantagem. Tirando os lançamentos, não compraria por preço menor em outro lugar.

Bati minha meta de marcadores, esse ano consegui pegar 215! Nem eu acreditei enquanto contava. A maioria é repetido, mas… Aguardo ansiosamente pela próxima bienal e espero estar trabalhando para adquirir todos que eu quero, sem pular nenhum item da lista.

24ª Bienal Internacional do Livro em SP

Esse evento foi um dos mais esperados por mim desde que 2016 começou, minha segunda Bienal Internacional do Livro em São Paulo! Esse ano consegui aproveitar o máximo que pude desse evento, mas ainda tenho a sensação de que não vivi tudo o que a Bienal tem para oferecer.

São vários estandes, palestras, autores e sessões de autógrafos durante todos os dias do evento. Uma ótima oportunidade para lançar livros e para autores iniciantes divulgarem o seu trabalho. Além de fazer amizades e muito networking!

Eu estava decidida em ir todos os dias da Bienal, mas por motivos de preguiça fui apenas em cinco dias, no total, eram dez. Pude conhecer autores que eu tanto admirei e ainda não conhecia, assim como fui prestigiar aqueles que já havia conhecido. Bati meu recorde em compras de livros e por isso, daqui em diante terão muitas resenhas.

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DIA MUNDIAL DA FOTOGRAFIA

“Captar por meio de lentes a imagem para registrar a história de povos e as transformações do mundo. Graças a uma pequena caixa as pessoas puderam passar a contar a própria história em forma e, posteriormente, em cor.”

Já pararam para pensar o quanto a fotografia mudou as nossas vidas e o nosso mundo? Antigamente, a única forma de registrar um momento era através da pintura. Atualmente, é só pegar o celular no bolso do jeans e clicar uma vez em um botão para que aquele momento único seja registrado.

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O meu professor de fotografia sempre filosofava: “A fotografia é a morte.” Aquele momento fotografado um minuto atrás já morreu, já acabou, é passado. A fotografia está na sua mente, o que vemos na tela do celular ou na foto revelada é a imagem.

“No futuro, não serão considerados analfabetos apenas aqueles que não souberem ler, mas também quem não entender o funcionamento de uma máquina fotográfica.”

– Lazzló Moholy

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Sem perceber, por meio das mudanças tecnológicas, a fotografia tornou-se ainda mais presente em nossas vidas, é capaz de falar por você, afinal, uma foto vale mais que mil palavras. É um sentimento puro e verdadeiro demonstrado em pixels ou pedaço de papel. Te faz rir. Te faz chorar. Te faz sentir.

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Não é preciso ter uma boa câmera, quantas vezes já ouvi pessoas me dizerem que minhas fotos são lindas por que eu tenho uma câmera semi-profissional? É muito além disso. Cada pessoa tem um olhar fotográfico diferente. O que eu fotografei tem um significado, para quem observa a fotografia pode ter outro totalmente diferente. A foto bonita ou feia está na filosofia.

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Já me perguntei várias vezes de onde veio essa paixão. Talvez da minha mãe que não pode ir em uma festa de aniversário sem fotografar cada detalhe. Talvez do meu namorado, que assim como eu ama tirar fotos. Talvez do meu professor de fotografia, Andy, que da maneira mais maravilhosa possível fez toda teoria virar prática. Talvez veio de mim, daqui de dentro, em um cantinho do coração que queria registrar cada momento de alegria e tristeza que me deparasse.

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É um amor que cresce, evolui e vira história.

INSPIRAÇÕES: Mural de fotos

Por mais que eu ame fotos digitais, nada melhor do que ter as suas fotos preferidas reveladas em papel foto e expor na sua casa. Peguei gosto por revelar fotos desde 2012, tenho dois murais de imã, mas atualmente uso apenas um para combinar com a parede do meu quarto.

Costumava revelar em lojas físicas, até que conheci a Phooto que tem ótima qualidade, preços e promoções. É só assinar a newsletter deles e ficar por dentro de tudo.

Voltando ao mural de fotos, apesar de ter quadro de imã, super simples e fácil de arrumar do jeito que eu quiser, eu fico babando nas fotos que vejo pela internet de murais improvisados ou fotos coladas com todo cuidado na parede. Separei algumas para mostrar para vocês.

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