#ACONTECEUEMSP – 32ª Bienal de São Paulo: Incerteza Viva

O tema da 32ª edição da Bienal de São Paulo de 2016, que acontece de dois em dois anos na cidade, é Incerteza Viva. Muitas pessoas dizem não entender a arte ou a acham “chata”, mas, como disse Edgar Ramos em um texto que li: “Entender de arte é entender as emoções humanas”, ou seja, se você não entende a arte consequentemente não entende suas próprias emoções.

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24ª Bienal Internacional do Livro em SP

Esse evento foi um dos mais esperados por mim desde que 2016 começou, minha segunda Bienal Internacional do Livro em São Paulo! Esse ano consegui aproveitar o máximo que pude desse evento, mas ainda tenho a sensação de que não vivi tudo o que a Bienal tem para oferecer.

São vários estandes, palestras, autores e sessões de autógrafos durante todos os dias do evento. Uma ótima oportunidade para lançar livros e para autores iniciantes divulgarem o seu trabalho. Além de fazer amizades e muito networking!

Eu estava decidida em ir todos os dias da Bienal, mas por motivos de preguiça fui apenas em cinco dias, no total, eram dez. Pude conhecer autores que eu tanto admirei e ainda não conhecia, assim como fui prestigiar aqueles que já havia conhecido. Bati meu recorde em compras de livros e por isso, daqui em diante terão muitas resenhas.

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#ACONTECEUEMSP – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica

A décima sétima edição do FILE em São Paulo ocupa a Galeria de Arte, Galeria de Arte Digital e o Espaço Mezanino do SESI-SP. A exposição mescla a arte eletrônica com a arte contemporânea, totalmente interativa, convida o público a passar do limite. É possível conferir as produções artísticas, a distorção da imagem, a saturação das cores, a fusão dos objetos, a combinação dos espaços: real e virtual, a sincronia da imagem com o som.

A exposição ocupa o espaço desde o começo de julho e vai até o final de agosto. Chama a atenção pelas cores saturadas de boa parte dos objetos, projetados por um datashow. Para os amantes de tecnologia, é uma boa mostra. Há diversos jogos eletrônicos diferentes, pequenas animações, objetos interativos e muito mais.

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Você ama abraços tanto quanto eu? Esse jogo é maravilhoso para nós! É só dar um abraço bem apertado nesse ursinho fofo que o outro urso da tela da TV começa a pular.

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Na época da escola eu tinha um fichário igual a essa obra. Conforme você mexe ou aperta o “plástico”, o líquido dentro muda de cor e forma, moldado conforme seu toque. Nem gostei, né?

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E se eu contar que eu estava em cima de fita adesiva? Várias dela, na verdade. Tape Sao Paulo nos dá uma superfície semelhante ao processo de surgimento de formas orgânicas na natureza. O cheiro não é muito agradável, mas dei boas risadas tentando andar ali.

Local: SESI-SP na Av. Paulista (próximo a estação Trianon-Masp)
Data: 12 de julho à 28 de agosto
Entrada gratuita!

Tem um vídeo bem rápido que mostra um pouco da Mostra e principalmente, de como é andar em cima de fita adesiva:

ACONTECEU EM SP: 38ª festa das cerejeiras

O Brasil é conhecido pela cultura diversificada, tanto é que esse já é o 38º ano em que é comemorado o Hanami na cidade de São Paulo. Hanami significa “contemplar as flores“, mais conhecidas como sakura pela cultura japonesa. A cerejeira é de origem asiática e flor nacional do Japão. Significa beleza feminina, símbolo do amor, da felicidade, renovação e esperança.

Nos dias de hoje, a tradição continua para o povo japonês, reunindo-se aonde há árvores florescendo. É realizado banquetes, festas e danças que vão de tarde até o anoitecer. Aqui no Brasil funciona basicamente da mesma maneira.

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3 exposições que deveriam voltar para São Paulo

Ultimamente o blog está bem cultural, não é? Percebi que vocês estão gostando bastante dessa tática e vou compartilhar mais esse assunto com vocês. Esse ano bati meu recorde de exposições, tirando as que eu ainda pretendo ir, e há três exposições que eu fui e não falei para vocês. O mais legal é que foram em museus que – pelo blog – vocês ainda não conhecem.

No final de 2015 o Instituto Tomie Ohtake apresentou a exposição Frida Kahlo – Conexões entre mulheres surrealistas no México. De 143 telas pintadas por Frida, 20 delas estavam expostas em São Paulo, as de mais obras eram de outras mulheres mexicanas. Além dos quadros, a exposição dá acesso as roupas, acessórios, documentos e fotografias ligados à artista.

Foi uma exposição concorrida apesar do calendário grande e por esse motivo deveria retornar para São Paulo, para que mais pessoas possam conhecer o seu trabalho e apreciar as obras.

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Desde 2015 estavam divulgando a exposição do Tim Burton no Museu da Imagem e Som, ingressos esgotavam no mesmo dia em que eram abertos para venda. Apesar de ser proibido o uso de câmeras fotográficas dentro da exposição, vale muito a pena, pois é totalmente interativa. Há desenhos em guardanapos, posterês de filmes dirigidos por Burton e muito mais. Antes de entrar, alertaram que começaríamos pelo segundo andar e só poderíamos descer para o primeiro andar da exposição uma vez, só entendi o porquê quando entrei e vi um escorregador enorme! Só isso já valeu a pena.

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A primeira exposição da Vila do Chaves que teve no Brasil foi após a morte de Roberto Gómez Bolaños, que interpretou Chaves. Uma exposição rápida que durou um dia. Então o Memorial da América Latina resolveu trazer novamente a réplica da Vila. É ótima para fotografar, mas me decepcionei um pouco por ser pequena. A única casa que dava acesso para o visitantes era do Seu Madruga, sendo que o Memorial tem espaço para fazer até o segundo pátio da Vila. Espero muito que tenha novamente e dessa vez dê acesso a todas as casas.

Pessoal de SP, já foram nessas exposições? E quem não foi, gostaria de ter ido? Espero que todas elas voltem qualquer dia.

ACONTECEU EM SP: Pinacoteca + Museu de Arte Sacra

Já fui em muitos museus quando era criança, aquelas excursões que as escolas sempre fazem, depois disso só fui ao MIS (museu da imagem e som) para a exposição do Tim Burton e na Casa das rosas sempre que vou à Avenida Paulista. Fiz uma pesquisa sobre os museus de São Paulo e filtrei por localidade até chegar na Pinacoteca e no Museu de Arte Sacra. Ambos são localizados próximos da Estação da Luz (linha amarela do metrô).

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É só atravessar a rua que já estamos na Pinacoteca do Estado de São Paulo. A exposição Arte no Brasil estará no museu até dezembro de 2016. O objetivo é mostrar ao público a leitura da formação da visualidade artística e do sistema de constituição da arte no Brasil no período colonial obedecendo a ordem cronológica.

A exposição Coleção em Diálogo possibilita ao público ver/rever peças importantes do Museu Paulista, ou como é mais conhecido, Museu do Ipiranga, que encontra-se fechado para reforma.

Local: Pinacoteca – Praça da Luz, 02
Visitas: De quarta-feira a segunda-feira das 10h às 17h30.
Preço: R$6 (inteira) e R$3 (meia). Aos sábados a entrada é gratuita.

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O Museu de Arte Sacra de São Paulo é uma parceria do Governo do Estado e a Mitra Arquidiocesana de São Paulo. Atualmente, o museu recolhe, classifica e expõe objetos religiosos de valor estético e histórico.

Há outras atividade como a capacitação profissional e a especialização técnica, incentivando os estudos e pesquisas sobre arte sacra e a história da arte. Há cursos de capacitação de desenho e entre outros, o cronograma de férias estava cheio de oficinas legais.

Local: Museu de Arte Sacra – Av. Tiradentes, 676 – Luz
Visitas: De terça à domingo das 9h às 17h
Preço: R$6 (inteira) e R$3 (meia). Aos sábados a entrada é gratuita.

A Estação da Luz é próxima de, na verdade, três Museus. Além da Pinacoteca e do Museu de Arte Sacra há também o Museu da Língua Portuguesa, construído em cima das plataformas de trens da estação, que, infelizmente, após um incêndio em dezembro de 2015 está fechado e não tem previsão de abertura.

Pocket Show com Mariana Nolasco

Na última sexta-feira (29 de julho) a webcelebridade, Mariana Nolasco, fez um Pocket Show na Fnac do Shopping Morumbi, em São Paulo. Conhecida no youtube por gravar covers acústicos, Mari conquistou o coração e ouvidos de muitos brasileiros.

Soube do evento de última hora, por isso não consegui ninguém para ir comigo, ir sozinha não foi um problema. Infelizmente, cheguei faltando meia hora para o pocket show e não consegui um bom lugar. A Fnac não confortou todas as pessoas presentes.

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Conheci a Mari na época em que a Ask.fm era febre. Sempre muito meiga e com uma voz delicada, nada mudou de lá para cá, só o número de fãs que triplicou. Muitos “eu te amo” foram ouvidos nos intervalos de cada música. Seu namorado, Pedro Pascual, dividiu o palco com ela para tocar enquanto Mariana cantava.

Com duração de 40 minutos, o tempo passou rápido e os fãs pediram bis. Mari gravou snaps, fez selfie e conversou bastante com o público, demonstrando sempre a sua felicidade em estar ali. Se o espaço fosse maior, o show seria agradável assim como a voz da moça. Com o tumulto, foi um pouco sufocante ficar ali no meio, mas valeu a pena.

Uma situação bem chata ao final do evento foi a sessão de fotos. No facebook, Mariana garantiu que tiraria fotos com todos os presentes, porém a Fnac não tinha espaço para tal. O combinado era que Mari avisasse no Snapchat onde estaria para que todos fossem até lá tirar as fotos. Conclusão, ela não avisou nada no snap, mas uma segurança muito simpática, Ana, me avisou onde ela estava e fui correndo. Já tinham várias pessoas, bem menos do que as presentes no show, Mari tirou foto com menos de vinte e foi embora. No Snapchat ela esclareceu o ocorrido dizendo que estava tumultuado e fora de ordem, pediu desculpas e prometeu um novo evento com mais organização.

No vídeo abaixo vocês conferem um pouquinho de como foi o evento, me desculpem a qualidade! Tinham pessoas muito altas na minha frente e eu estava bem no meio.